Pilar 02 · ES&S

Continuidade com zero perda de dados.

RPO zero não é slogan. É uma promessa contratual sobre cenários nomeados, com critérios de aceite e ensaios periódicos. Fora desses cenários, dizemos exatamente o que esperar.

Pilar 02 · ES&S

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Definição clara

O que RPO realmente significa para o negócio.

RPO (Recovery Point Objective) é o volume de transações que o negócio aceita perder em um evento adverso. RPO zero significa: nenhuma transação confirmada ao usuário pode desaparecer.

Backup

Foto periódica do estado. Útil para recuperação histórica, mas implica perder o que aconteceu entre fotos.

Replicação

Cópia próxima do tempo real. Reduz a perda, mas não a elimina e não cobre cenários de corrupção lógica.

Continuidade homologada

Combinação de garantias técnicas e contratuais sobre cenários nomeados, com prova periódica de que o RPO contratado é honrado.

Como entregamos

Princípios que sustentam o RPO zero homologado.

  1. 01
    Persistência síncrona em domínios independentes

    A transação só é confirmada ao usuário quando está durável em mais de um domínio cuja falha é descorrelacionada.

  2. 02
    Idempotência em escrita crítica

    Tentativas repetidas após falha não produzem duplicidade nem perda silenciosa de transação.

  3. 03
    Imutabilidade do log de transações

    Mesmo sob corrupção lógica do estado principal, o histórico autoritativo continua íntegro e reconstrutível.

  4. 04
    Separação entre dado e operação

    Ninguém com permissão para operar o sistema tem permissão isolada para destruir o histórico do dado.

  5. 05
    Ensaios periódicos de recuperação

    Não basta poder recuperar. Recuperamos em janelas combinadas e registramos evidência para auditoria.

  6. 06
    Janela de retenção declarada

    Quanto tempo o sistema pode regredir, com que granularidade e a que custo é parte do contrato, não decisão de runtime.

Escopo e limites

O que está coberto e o que não está.

Coberto pelo RPO zero
  • Falha de instância de processamento

    Queda de nó, região ou zona homologada não causa perda de transação confirmada.

  • Falha de armazenamento primário

    Corrupção ou indisponibilidade do armazenamento principal mantém o histórico autoritativo intacto e reconstrutível.

  • Erro de aplicação dentro do escopo

    Bugs em fluxos cobertos não levam a perda silenciosa: a transação é rejeitada ou registrada, nunca esquecida.

  • Ensaio de recuperação anual

    Demonstração periódica, com relatório, de que a promessa de RPO continua válida ao longo do tempo.

Fora do escopo contratual
  • Erros do operador do cliente

    Comandos administrativos legítimos executados pelo cliente fora do escopo homologado podem destruir dado por desenho.

  • Infraestrutura fornecida por terceiros não cobertos

    Provedores ou integrações fora do anexo técnico não entram na promessa de continuidade.

  • Eventos sistêmicos não homologados

    Cenários explicitamente listados como fora do escopo, como falha simultânea de múltiplas regiões geográficas.

  • Decisões deliberadas de retenção

    Exclusões executadas dentro do contrato, por exigência legal ou solicitação documentada do controlador.

Como é testado

A promessa só vale se for medida.

Critério de aceite formal

Definimos com o cliente, em anexo técnico, quais cenários precisam preservar RPO zero e qual evidência os comprova.

Drill periódico documentado

Ensaios de recuperação executados em frequência acordada, com relatório formal entregue à governança do cliente.

Janela de detecção de divergência

Discrepâncias entre histórico autoritativo e estado de operação geram alerta antes do dano se consolidar.

Governança de mudança

Toda mudança que possa afetar a promessa de RPO passa por revisão conjunta antes de produção.

Quer modelar RPO zero como cláusula contratual no seu próximo sistema crítico?