Custo médio de violação
Média global em 2024, segundo IBM Cost of a Data Breach.
IBM 2024Atendemos organizações onde existe conselho, regulador e segurador olhando o software como risco material. Recusamos demandas onde o critério público da entrega não pode ser contratado.
Realidade verificável
Média global em 2024, segundo IBM Cost of a Data Breach.
IBM 2024Tempo médio para identificar uma violação de dados.
IBM 2024Proporção de violações com elemento humano não malicioso.
Verizon DBIR 2024Entradas no catálogo CISA KEV de vulnerabilidades conhecidamente exploradas.
CISA KEVCusto do silêncio
Quando o fornecedor de software não diz publicamente onde atua e onde recusa, cabe ao contratante adivinhar o critério. Esse vácuo é o que justifica a maior parte dos litígios técnicos depois de incidentes.
Posicionamento difuso
Escopo elástico
Sem recusa explícita, o fornecedor aceita o que não consegue assinar.
Sem critério público
Litígio depois do fato
Definição posterior do que era esperado é a regra em incidentes.
Sem mapa de setores
Capacidade não comprovada
Atender setor regulado exige domínio do regulador, não apenas do código.
Com posicionamento
Critério no contrato
Setor, escopo, recusa e cláusula assinados antes do projeto começar.
Evidência de mercado
Resolução do Banco Central exige política formal de segurança cibernética em instituições financeiras.
BCBLei brasileira impõe responsabilização nominal e sanção administrativa crescente.
ANPDNorma adotada por contratos enterprise como linha mínima de gestão de segurança.
ISOMecanismo
S1
Financeiro, saúde, energia, telecom, infra crítica, indústria e governo.
S2
Software cuja falha gera impacto material, regulatório ou reputacional.
S3
Arquitetura, segurança, sustentação e parecer arquivável.
S4
Responsável técnico nominal, refazimento e SLA por severidade.
Pilares
R1
Não alocamos cabeça por demanda sem critério público de entrega.
R2
Não recebemos comissão de fornecedor de ferramenta ou de cloud.
R3
Recusamos termos como cem por cento seguro, blindagem total ou risco zero.
R4
Quando não há cláusula de refazimento, SLA e propriedade intelectual, não assinamos.
R5
Trabalhamos junto ao jurídico do cliente, não no lugar dele.
R6
Quando o prazo proposto inviabiliza disciplina, recusamos antes da proposta.
Trajetória
Origem
Hardenn nasce recusando a alocação de horas sem critério público.
Foco
Foco em ambientes onde existe regulador, conselho e segurador olhando software.
Disciplina
Lista pública de demandas que recusamos, com a razão técnica.
Hoje
Cada engajamento começa com leitura do encaixe e termina com cláusula assinada.
Manifesto
Posicionamento começa pela recusa. Quando o fornecedor de software não publica o que recusa, qualquer escopo cabe e qualquer crítica vira ruído.
Recusamos body shop, revenda de ferramenta, promessa de inviolabilidade, prazo que inviabiliza disciplina e contrato sem cláusula de refazimento. Recusamos também substituir o jurídico do cliente.
Dizemos sim quando há critério público, setor regulado, responsável técnico nominal possível e cláusula contratual de refazimento. Tudo o que cabe dentro disso, entregamos com nome.
Hardenn · Posicionamento público
Autoridade externa
“Risco de software é risco material e precisa ser tratado com o mesmo rigor de risco financeiro.”
NIST Cybersecurity Framework 2.0
NIST“Instituições financeiras devem manter política de segurança cibernética compatível com porte e perfil de risco.”
Banco Central · Resolução 4.893
BCB“Controladores e operadores de dados pessoais respondem pelos danos causados em violação a esta Lei.”
LGPD, art. 42
PlanaltoMaterial
Documento com as recusas técnicas e a razão de cada uma, em linguagem direta.
Quiz · aderência
O seu setor tem regulador, conselho ou segurador olhando o software como risco material?
O contrato com seu fornecedor atual tem cláusula de refazimento explícita?
Há responsável técnico nominal assumindo a recomendação?
Você aceitaria publicar o critério público da entrega antes do projeto começar?
Diagnóstico
Etapa 01
Conversa inicial sobre setor, regulador aplicável e expectativa de critério público.
Etapa 02
Identificação de pontos onde o posicionamento atual gera risco contratual.
Etapa 03
Documento técnico com recomendação e plano de evolução.
Etapa 04
Você decide seguir, ajustar o atual ou levar o plano a outro fornecedor.
Perfis atendidos
Foco
Risco material e exposição reputacional da organização.
Entregável
Parecer executivo com risco quantificado.
Foco
Capacidade real de resposta e cobertura técnica.
Entregável
Mapa de controles e plano de evolução.
Foco
Cláusulas modelo para fornecedores de software crítico.
Entregável
Anexos contratuais e matriz de responsabilidade.
Encaixe
Conversa técnica de até 45 minutos com um engenheiro Hardenn, sem demo e sem pitch.
Benefícios práticos
Setor, escopo e recusa publicados antes do projeto começar.
Engenheiro com nome assumindo a entrega no contrato.
Cláusula explícita quando o critério não é cumprido.
Sem revenda de ferramenta e sem comissão de cloud.
Comunicação técnica sem inviolabilidade ou termo de marketing.
Postura de segurança e comunicação de incidente publicadas e versionadas.
Garantia pública
Se o diagnóstico não trouxer informação útil, não é cobrado.
Quando o critério público da entrega não é cumprido, refazemos sem custo e em prazo dobrado.
Quando recusamos uma demanda, registramos a razão técnica em documento.
Princípios e recusas são versionados publicamente, com data de mudança.
Perguntas frequentes
Atendemos com prioridade ambientes onde existe regulador, conselho e segurador. Em outros ambientes, o critério de entrega ainda precisa caber no nosso modelo.
Próximo passo
Converse com um engenheiro Hardenn e veja se a sua demanda cabe dentro do nosso posicionamento público.